segunda-feira, 13 de julho de 2020

domingo, 12 de julho de 2020

Equipa...

Quando se abraça um projecto, existem imensas razões para o fazer e uma delas, a principal direi, é por acreditar nele e porque há uma equipa coesa, estruturada e criativa que trabalha em prol do mesmo: a Editora MINIMALISTA.
Hoje destaco o trabalho incansável e criativo de Sandrine Cordeiro, que em tempo-relâmpago (com Fabrício Cordeiro na Sonoplastia), realizou dois vídeos visando a sinopse e um excerto da primeira edição da nossa editora:

Aviões de Papel, o novo romance de Paulo Kellerman


A minha partilha revela a sinopse; o outro vídeo e restante trabalho pode ser acompanhado na página do Facebook ou do Instagram:
Minimalista.editora




sábado, 11 de julho de 2020

sexta-feira, 10 de julho de 2020

Entre...

- Que fazes?
- Sonho...
- Partilhas os teus sonhos comigo?
- Partilho... queres as minhas cores ou escolhes na palete do teu sentir?





quinta-feira, 9 de julho de 2020

quarta-feira, 8 de julho de 2020

Um parede que fala...

do tempo pingado
auroras incontáveis
elas, transformadas

das raízes, invisíveis
às vidas sussurradas
um dia, roubei-as

e a cada amanhecer
sorrimos, encantadas




domingo, 5 de julho de 2020

Ser Minimalista...

Há sempre uma frase ou palavra que torna um convite apelativo (ou não). Por vezes hesita-se, por não corresponder às expectativas; outras e no presente caso, a resposta só poderia ser uma: sim à MINIMALISTA.
Ao longo dos últimos dias fui partilhando pedacinhos de um projecto conjunto, tanto na minha página do Facebook, como na do Instagram.
Os próximos tempos reflectirão não só a decisão tomada, como o trabalho de uma equipa coesa e criativa.
Em breve será publicado o nosso primeiro livro que revela extrema sensibilidade do autor, dando uma visão muito peculiar da vida e que muito fará pensar quem o ler.
Termino dizendo que é um orgulho fazer parte deste projecto.


Partilho a sinopse do novo romance,"Aviões de Papel", de Paulo Kellerman e algumas imagens que já constam das redes sociais.

Sinopse:


É domingo. A cidade está silenciosa e imóvel. Uma menina faz um avião de papel, escreve uma frase na asa, lança-o da varanda; vê-o aterrar no passeio e fica à espera que aconteça alguma coisa. Assim se inicia a viagem de um avião de papel que irá atravessar estórias e vidas, aproximando personagens e provocando acasos, testemunhando dramas e alegrias. Vinte e sete contos independentes cruzam-se para formar um romance de múltiplas vozes, estados de espírito, desassossegos, interrogações. Entre a angústia desesperada e o optimismo infantil, confrontam-se ângulos e pontos de vista, surgem espantos, subsistem dúvidas, espreitam esperanças. E as vidas seguem imprevisíveis, como voos incertos de aviões de papel; apenas a queda é certa.








sábado, 4 de julho de 2020

Dourado...

na lonjura do tempo
no alto de um lugar
debruei a ouro um ocaso

hoje, a nortada das memórias, devolveu-mo...




sexta-feira, 3 de julho de 2020

Somos...

das palavras à acção
das pessoas à amizade
um projecto
um nome


@minimalista.editora




quinta-feira, 2 de julho de 2020

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Sentidos...

Tenho a idade possível
Implícita
Incompleta
No tropel incerto
Cresce
sei
Prolifera
sinto
(In)Surge
vejo
Escapa
sigo
Inspira
toco
Tenho a idade impossível
das coisas
da vida
Do tropel certo...




segunda-feira, 29 de junho de 2020

domingo, 28 de junho de 2020

Do observar...

Na rotação invisível mas perceptível da vida, muito se encontra na simples observação: um pensamento isolado; a solidão muda sentada em diálogo; a estrepitosa juventude... gente que deixa um olhar de sal... e também, um espírito de contradição...




sábado, 27 de junho de 2020

Criação...

A identidade da superfície, a linha das influências, a imagem dos reflexos e a densidade interior...




sexta-feira, 26 de junho de 2020

Ar...

O que diz o chão que piso?
O céu do mundo sussurra asas...
O mar dos deuses mergulha, respira.




terça-feira, 23 de junho de 2020

Cidades vazias com gente dentro...

De um convite feito pelo Pereira Lopes (INstantes - Festival Internacional de Fotografia de Avintes) para participar em algo diferente em tempo de confinamento e com a possibilidade de escrever algo alusivo ao momento, não hesitei em convidar o Paulo Kellerman (Fotografar Palavras) e partilhar com ele a página destinada ao texto.
Aqui está o resultado.

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De repente damos conta de um tempo que nos enlaçou em teias inimagináveis, sem questionar. Silenciosamente afastou-nos de abraços, de afectos e na distância calou as raízes que somos; de um sopro foi esvaziando espaços, dissipando murmúrios. O sorriso fica mascarado no vazio baço do olhar e sentimos o querer do que não temos. O tempo inventado prossegue sem hesitar e sem olhar ao que fica e a natureza renova-se. Na verdade, a vida nunca parou. 


Cristina Vicente é fotógrafa e vive em Estarreja. 


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- Para quê medir o tempo, se ele agora parece estático? Não sentes que vivemos presos num momento? Um momento que nunca acaba porque, afinal, nem sequer está a avançar. Um momento eterno. Como se o tempo estivesse parado, percebes? Como se já não existisse diferença entre presente e futuro. 

- Anda lá, que estamos atrasados. O tempo até pode parar; mas nós não. 


Paulo Kellerman é escritor. Coordena o projecto Fotografar Palavras.





segunda-feira, 22 de junho de 2020

Plumagem

perscrutador de sonhos
das nostalgias faz caminho
do regresso, inspiração
efémero contraluz
tela sonora de vida.




domingo, 21 de junho de 2020

Moldura...

Amanhecer de névoa e as descobertas, inimagináveis...
(ou talvez não)
De espanto em espanto, emoldurei-as.
Eram intocáveis.
Assim permanecem.
Sê-lo-ão para a eternidade...