segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Contrastes...

contrastes da cidade

momentos de um olhar

entre o afagar da chuva

e a liberdade do caminhar

lado a lado com o rio

árvores enlaçadas

protegendo a calçada

outono na cidade...



quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

Do Fotografar Palavras...


Dois anos no Fotografar Palavras, o fantástico projecto de Paulo Kellerman.


Somos pontos de energia e de luz ligados nas mais improváveis das circunstâncias.


Na publicação de hoje:
A mesma frase da Mónia Camacho.
A interpretação fotográfica em dois momentos diferentes.





terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Da genialidade...

Da genialidade da natureza e da (in)visibilidade humana

escorreita e soberana, a eleita

entende-se na fluidez

deseja-se na permanência

silenciosa, não sucumbe

regenera-se...

Da genialidade da natureza, ergue-se na confluência

observa

entre jeito e trejeitos

complexos

transparência e reflexos

olhar lento

inquieto

simplesmente, atento...




segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Espelho d'água...

No espelho das palavras inaudíveis
retornam e retomam o seu lugar.
Simbolismo das águas
desassossegam os seres nocturnos...
Vincadas que ficam, pegadas
fragmentadas nas intempéries.
O embalo da luz ladeada de sombra,
nascente e poente.
Espelho d'água...



domingo, 29 de novembro de 2020

Do sonhar...

Muito poderia ser dito, mas este é um quarteto de imagens do qual me orgulho.

Assim  como do nome:

Minimalista Editora









sábado, 28 de novembro de 2020

Quase noite...

penumbra chegada

sombra velada

nem antes nem depois


os fantasmas da noite mostram os seres ausentes de sombra

surpreendentes


sombra e luz caminham sempre lado a lado



sexta-feira, 27 de novembro de 2020

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

terça-feira, 24 de novembro de 2020

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Corda...

sentada na curva do tempo
esperava pelo compasso certo
escutava
hesitava


sentada na curva do tempo
pensava
incerta


sentada
aninhada
estende os braços
puxando pela corda ondulada do tempo




domingo, 22 de novembro de 2020

sábado, 21 de novembro de 2020

Ramos...



Suave é a presença esbatida, disfarçada, no sol do Outono que pousa a sua luz nos vindouros dias de Inverno, encrespados e gélidos; retorcidos.

Da inclinação que leva, morno toque dourado, chega a recantos desconhecidos.

Acendem-se sombras escondidas, alongam-se linhas, crescem curvas.

Ramos. Entrelaçam-se...






segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Dos números...

e do seu significado 





Nas palavras de José Saramago :


Quantos anos tenho?
Tenho a idade em que as coisas são vistas com mais calma, mas com o interesse de seguir crescendo.
Tenho os anos em que os sonhos começam a acariciar com os dedos e as ilusões se convertem em esperança.
Tenho os anos em que o amor, às vezes, é uma chama intensa, ansiosa por consumir-se no fogo de uma paixão desejada. E outras vezes é uma ressaca de paz, como o entardecer em uma praia.
Quantos anos tenho? Não preciso de um número para marcar, pois meus anseios alcançados, as lágrimas que derramei pelo caminho ao ver minhas ilusões despedaçadas…
Valem muito mais que isso
O que importa se faço vinte, quarenta ou sessenta?!
O que importa é a idade que sinto.
Tenho os anos que necessito para viver livre e sem medos.
Para seguir sem temor pela trilha, pois levo comigo a experiência adquirida e a força de meus anseios.
Quantos anos tenho? Isso a quem importa?
Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e o que sinto.



e muito a propósito na véspera de um aniversário, este ano bem diferente porque a vida permitiu que fosse mais belo e rico.




domingo, 15 de novembro de 2020

Das cores...

a unidade na diferença

12 autores, 12 contos inéditos

um projecto que enraíza

a palete de cores que cresce

Orgulho.
Muito orgulho.


Editora Minimalista
@minimalista.editora


 

sábado, 14 de novembro de 2020

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Do dia 13 e do que está para chegar...

Dizem que é dia de azar quando o dia 13 calha a uma sexta-feira... não sei. Talvez sim. Talvez não.
Um azar pode chegar a qualquer momento, a uma quarta-feira, por exemplo.
E o reverso do azar, o que é? A sorte. A vida. Os sorrisos... a energia.
O acreditar.
O 13 de novembro, independentemente do dia da semana e passe o tempo que passar, será sempre de extrema importância.

Um projecto ganhou asas e voou. Um projecto consolida-se. 
Todos temos asas longas e fortes.
Realizáveis e poderosas.
Somos letras. Somos palavras. Somos força.

Apresento parte dessas asas. Apetece-me deixar este momento no meu blogue. 

Eis que surge o terceiro livro. 


Uma Antologia.








Uma equipa: Minimalista Editora.

Os Minimalistas:

Ana Gilbert
Ana Miguel Socorro
Ana Moderno
Andreia Azevedo Moreira
Cristina Vicente
Elsa Margarida Rodrigues
Joana M. Lopes
Lia Wolf
Liliana Silva
Mónia Camacho
Paulo Kellerman
Sandrine Cordeiro