sábado, 8 de janeiro de 2022

sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

Paisagem

Aos meus olhos transforma-se,
com a luz ganha outros contornos,
sento-me
e com espanto perco-me na suave ondulação...
Vento, ramos, chilreios, murmúrios,
céu, nuvens, estrelas e tanto mais que surge
no imaginário de uma floresta encantada.




quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

O lado livre

... da sombra.
... da luz que veste a sombra.
... do que se desconhece.
... do que se encerra.




terça-feira, 4 de janeiro de 2022

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

Quatro

Da terra que pisa, onde as raízes adensam,
 ao ar que respira e purifica vazios...
Do fogo que alimenta pensamentos,
à água que não o apaga mantendo a efémera linha de vida.
Lugares bonitos de quatro elementos,
ou onde cada um vê a sua própria poesia.




domingo, 2 de janeiro de 2022

Compor silêncios

Enredada nos pensamentos agitados
e tentada no manto dourado,
espreito a ondulação, tão suave...
Vagueio.

Todos os dias serão dias,
com letras compostas de emoção
e os silêncios a serem o que sou...
Desassossego.




sexta-feira, 31 de dezembro de 2021

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Na berma

Deambulou pelo dia
sem pressa
às fitas coloridas, sorria.
A vida dos outros no olhar
com vozes escapadas,
imperceptíveis.
Parou na berma.
A noite espreitava...
O dia, cansado, afastava-se
arrastando reflexos e ilusões.




terça-feira, 28 de dezembro de 2021

segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

Entre

Entre o céu e a terra, ilimitado o olhar.
A noite cai.
Adormecida, mas não morta, a terra pulsa.
Essência de vida.




sábado, 25 de dezembro de 2021

Contos Minimalistas

A editora MINIMALISTA tem mais uma publicação.
Entreabriu a porta e surgem os CONTOS MINIMALISTAS:
24 autores (12 + 12).
Vinte e quatro contos diferentes,
cada um é especial e está à espera de ser lido.


"Vinte e quatro vozes depois da porta.
Retire os sapatos antes de entrar.”


(minimalista.editora@gmail.com)










sexta-feira, 24 de dezembro de 2021

quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

Janela-árvore

Aqueles eram dias de incertezas,
janela distante de olhar pousado na copa.
Ventos fustigantes, resistente.
Beleza intocável e única.
Ali viveram cegonhas.
Um dia, sem mais, partiu...
levada pela ignorância do povo e... enfim!
Agora é janela-saudade.




terça-feira, 21 de dezembro de 2021