sábado, 3 de abril de 2021

Nas margens do tempo...

Nas intermitências da brisa
subtil é a dança
demorada.

Nos afagos da terra salina
semeiam-se vozes
em calmaria.

Na luz que rasga vontades
engrandecem almas
sem temores.

Nas margens do tempo
a transparência...
Inadiável.




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