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terça-feira, 4 de agosto de 2020

Minimalista - Orgulho

Finalmente... eis o meu exemplar de "Aviões de Papel", o novo romance de Paulo Kellerman.

A primeira edição da MINIMALISTA.

Um projecto simples de 15 ousados que apostaram na mudança e nas ferramentas artísticas de cada um.


Um projecto do qual muito nos orgulhamos.

Ao futuro...










domingo, 12 de julho de 2020

Equipa...

Quando se abraça um projecto, existem imensas razões para o fazer e uma delas, a principal direi, é por acreditar nele e porque há uma equipa coesa, estruturada e criativa que trabalha em prol do mesmo: a Editora MINIMALISTA.
Hoje destaco o trabalho incansável e criativo de Sandrine Cordeiro, que em tempo-relâmpago (com Fabrício Cordeiro na Sonoplastia), realizou dois vídeos visando a sinopse e um excerto da primeira edição da nossa editora:

Aviões de Papel, o novo romance de Paulo Kellerman


A minha partilha revela a sinopse; o outro vídeo e restante trabalho pode ser acompanhado na página do Facebook ou do Instagram:
Minimalista.editora




terça-feira, 23 de junho de 2020

Cidades vazias com gente dentro...

De um convite feito pelo Pereira Lopes (INstantes - Festival Internacional de Fotografia de Avintes) para participar em algo diferente em tempo de confinamento e com a possibilidade de escrever algo alusivo ao momento, não hesitei em convidar o Paulo Kellerman (Fotografar Palavras) e partilhar com ele a página destinada ao texto.
Aqui está o resultado.

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De repente damos conta de um tempo que nos enlaçou em teias inimagináveis, sem questionar. Silenciosamente afastou-nos de abraços, de afectos e na distância calou as raízes que somos; de um sopro foi esvaziando espaços, dissipando murmúrios. O sorriso fica mascarado no vazio baço do olhar e sentimos o querer do que não temos. O tempo inventado prossegue sem hesitar e sem olhar ao que fica e a natureza renova-se. Na verdade, a vida nunca parou. 


Cristina Vicente é fotógrafa e vive em Estarreja. 


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- Para quê medir o tempo, se ele agora parece estático? Não sentes que vivemos presos num momento? Um momento que nunca acaba porque, afinal, nem sequer está a avançar. Um momento eterno. Como se o tempo estivesse parado, percebes? Como se já não existisse diferença entre presente e futuro. 

- Anda lá, que estamos atrasados. O tempo até pode parar; mas nós não. 


Paulo Kellerman é escritor. Coordena o projecto Fotografar Palavras.